NÚCLEO TECNOLÓGICO MUNICIPAL

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Ministério da Justiça lança aplicativo para auxiliar professores da rede pública

22/07/2014 | 9:51

O Ministério da Justiça lançou hoje (21), em parceria com a Universidade Federal de Goiás e o Ministério da Educação, aplicativo que auxilia os professores da rede pública de ensino a buscar informações sobre as classificações indicativas de programas de televisão, filmes e games.

A plataforma é a versão digital mais elaborada da cartilha que já foi distribuída aos professores e que contém, além de outras orientações, em linguagem didática, os critérios sobre os quais foram baseadas as classificações disponíveis e oferece ainda, conteúdos para serem trabalhados em sala de aula. O secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, destacou a importância da ferramenta para os educadores.

“A partir deste aplicativo, os professores serão mais um agente de proteção da criança e do adolescente, no meio dessa política tão importante, que faz o direito de escolha do que deve e não ser assistido em casa, e agora também dentro da escola”, disse.

O diretor adjunto do Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação, da estrutura do Ministério da Justiça, Davi Pires,  disse que “ é fundamental que a classificação indicativa seja conhecida. Ela é um instrumento de informação, e a ferramenta só pode ser válida se as pessoas conhecerem. Levar o aplicativo para milhares de professores em sala de aula potencializa esta informação”.

O ministério espera lançar a segunda fase deste aplicativo mais interativo para a população. Por enquanto, a plataforma só está disponível nos tablets distribuídos pelo MEC e pode ser baixado pelos professores, na loja virtual do ministério.

Autor: Agência Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-07/ministerio-da-justica-lanca-aplicativo-para-auxiliar-professores-da-rede

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Implantação das Salas de Recursos Multifuncionais



Todas as escolas do ensino fundamental de Sinop conta com Salas de Recursos Multifuncionais e também algumas unidades de educação infantil que possuem alunos com necessidades especiais, contando com a implantação das salas de recursos multifuncionais que o MEC oferece, pois o mesmo além de implantá-las, adquire kits de atualização das salas existentes com o objetivo de complementá-las com novos recursos e equipamentos e repor itens desgastados e obsoletos. Até 2014, o Viver sem Limite irá implantar 15.000 salas de recursos multifuncionais e 30.000 kits de atualização das salas existentes que serão distribuídos e instalados em escolas públicas de todo o Brasil.

A seleção das escolas contempladas por salas de recursos multifuncionais é feita pelo Ministério da Educação com base no número de estudantes público-alvo da educação especial de acordo com o censo escolar. A aquisição dos mais de 30 itens que compõem as salas de recursos multifuncionais, a exemplo de computadores e impressoras braile, mouses com acionadores de pressão e mobiliário, é realizada diretamente pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, por meio de várias licitações. A entrega dos itens é realizada pelas empresas vencedoras das licitações às escolas urbanas e rurais selecionadas em todo o território brasileiro.

As salas de recursos multifuncionais são mantidas em funcionamento pelas escolas, sob orientação da secretaria de educação de cada município. Nesse sentido, caso haja alguma sala de recursos multifuncionais implantada que não esteja sendo utilizada ou estudante com deficiência que não esteja recebendo o atendimento educacional especializado, a secretaria de educação do estado ou município, os conselhos de educação ou de direitos das pessoas com deficiência deverão ser contatados. 13.312 escolas receberam os equipamentos para o atendimento especializado. Para outras 2.176 escolas, os equipamentos já foram adquiridos. Uma nova licitação para 4.000 novas salas foi realizada, com previsão de entrega em 2014.
Kits distribuídos em 1.500 escolas (2011/12) e licitação realizada para 28.500 kits (2013) com previsão de entrega em 2014.











Referências:
http://www.assistiva.com.br/aee.html. Acessado em 22/07/2014.
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17430&Itemid=817. Acessado em 22/07/2014.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Uso da internet nas escolas públicas cresce, mas conexão ainda é lenta


Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger
 15/07/2014 13h32

O percentual de professores de escolas públicas que utilizaram a internet durante as aulas em 2013 foi 46%. O número representa crescimento de dez pontos percentuais em relação a 2012 e foi divulgado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, na pesquisa Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação.

O levantamento, feito com 994 escolas públicas e privadas de todo o país, revelou também que a velocidade de conexão com a internet é menor nas instituições públicas do que nas particulares. Os dados revelam que 43% das escolas particulares dispõem de internet com velocidade entre 5 e 10 mega. Por outro lado, entre as instituições públicas, 52% contam com conexão a internet de até 2 mega.

Entre os recursos educacionais mais usados pelos professores, estão imagens, figuras, ilustrações ou fotos (84%), textos (83%), questões de prova (73%), vídeos (74%), jogos (42%), apresentações prontas (41%), e programas e softwares educacionais (39%).
A coleta de dados desta quarta edição da pesquisa ocorreu entre setembro e dezembro do ano passado. Foram entrevistados 939 diretores de escolas, 870 coordenadores pedagógicos, 1.987 professores e 9.657 alunos.

De acordo com as informações, a sala de aula cresceu como local de uso do computador e da internet, o ambiente mais comum para o uso de computador ainda é a casa do estudante. Apenas 7% dos alunos da rede pública e 2% dos estudantes de escolas particulares disseram que acessam a internet, mais frequentemente, em suas escolas. A maioria usa a rede mundial de computadores com mais frequência em casa: 68% dos alunos de escola pública e 93% dos matriculados em escolas particulares.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 9 de julho de 2014

DOCUMENTO APRESENTA AVANÇOS NA IMPLANTAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO

A implantação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, destinado a unificar a ortografia entre os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), está quase 100% implantado no Brasil e tem avançado nos demais países. As informações sobre o progresso do acordo fazem parte de documento elaborado pela Comissão Nacional para o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), encaminhado em junho ao Senado Federal brasileiro.

De acordo com Carlos Alberto Faraco, coordenador da comissão, o processo está em fase adiantada também em Portugal. Em Cabo Verde, a implantação começa este ano. Em Moçambique, o Conselho de Ministros recomendou a ratificação do acordo para que possa ser implantado. Os demais países estão em vias de adotá-lo. 

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa é um tratado multilateral destinado a unificar o uso do idioma português nos países da CPLP. O documento foi assinado em dezembro de 1990 por representantes de Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. Em setembro de 2009, houve a adesão oficial do Timor Leste.

A Comissão Nacional para o Instituto Internacional da Língua Portuguesa foi instituída pela Portaria Interministerial nº 12, de 15 de agosto de 2013, assinada pelos ministros da Educação, das Relações Exteriores e da Cultura para apoiar o IILP na implementação dos planos de ação das políticas de promoção, valorização e difusão da língua portuguesa.

Em maio deste ano, durante a última reunião do Comitê Científico do IILP, em Cabo Verde, foi elaborado documento que descreve a situação do acordo. Segundo Carlos Alberto Faraco, o documento fornece informações atualizadas sobre o encaminhamento no Brasil, uma vez que a data de implantação definitiva foi prorrogada para dezembro de 2015. Faraco ressalta que é importante acompanhar o calendário de Portugal. 

Ao destacar que no Brasil o acordo está quase 100% implantado, ele salientou que o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) incorporou os ajustes ortográficos do acordo sem nenhum problema. A imprensa brasileira passou a adotar a nova ortografia em janeiro de 2009 e as editoras, a publicar os livros conforme as novas normas estabelecidas.

Declaração — Durante a 11ª Cimeira Brasil–Portugal, realizada em junho do ano passado, em Lisboa, foi assinada declaração conjunta pela presidenta brasileira, Dilma Rousseff, e pelo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho. No documento, os governantes ressaltam a importância da plena aplicação do acordo em todos os países da CPLP como forma de contribuir para o reforço da internacionalização da língua portuguesa.

Ainda segundo Faraco, durante a reunião de maio último, em Cabo Verde, além da preparação do documento encaminhado ao Senado brasileiro, foi discutido o projeto do Vocabulário Ortográfico Comum (VOC). Em formato eletrônico, a obra é integrada por vocabulários ortográficos nacionais dos estados-membros da CPLP. Ela é desenvolvida sob a coordenação do IILP para consolidar tanto o léxico comum quanto as especificidades de cada país de língua oficial portuguesa.

Em junho último, Faraco entregou o documento com informações atualizadas sobre a implantação do acordo ao senador Cristovam Buarque (PDT-DF), integrante da Comissão de Educação, Cultura e Esportes daquela casa do Congresso Nacional.
Autor: MEC
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20574:documento-apresenta-avancos-na-implantacao-do-acordo-ortografico&catid=372&Itemid=86