NÚCLEO TECNOLÓGICO MUNICIPAL

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Comissão de Educação aprova a Política Nacional de Leitura e Escrita

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta quarta-feira (14), o projeto de lei (PLS 212/2016) que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o texto, da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a política deve funcionar como uma estratégia permanente para promover o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público no Brasil.
O relatório, favorável à matéria, preparado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), foi lido por Dário Berger (PMDB-SC). Agora o projeto seguirá a Plenário, para decisão final. De acordo com Fátima Bezerra, o objetivo principal da Política Nacional de Leitura e Escrita será democratizar o acesso ao livro e aos diversos suportes da leitura por meio de (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)       bibliotecas de acesso público, dentre outros espaços de incentivo à leitura, de forma a ampliar os acervos físicos e digitais e as condições de acessibilidade.
“Este projeto configura as bases institucionais para superarmos o caráter descontinuado e pulverizado com que as iniciativas de estímulo à leitura têm sido historicamente implementadas em nosso país”, argumentou a autora na justificação da proposta.
Diretrizes
A política terá como diretrizes a universalização do direito ao acesso ao livro, à leitura, à escrita, à literatura e às bibliotecas; o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e articulação com as demais políticas de estímulo à leitura, ao conhecimento, às tecnologias e ao desenvolvimento educacional, cultural e social do país, especialmente com a Política Nacional do Livro.
O projeto estabelece que o Poder Executivo deverá elaborar o Plano Nacional de Leitura e Escrita. O parecer favorável do relator altera a periodicidade da elaboração desse plano, que passar a ser decenal, não mais de quatro em quatro anos. O relatório também alterou a data de entrega desse plano, que será até os seis primeiros meses do mandato presidencial, ao invés de ser até o fim do primeiro ano do mandato de acordo com o projeto original.
"Viva leitura"
A proposta estabelece ainda a criação do Prêmio Viva Leitura, que será concedido no âmbito da Política Nacional de Leitura e Escrita com o objetivo de estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências que promovam o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas.

Fonte: Agência Senado

Aprendizado com qualidade: estudo apresenta práticas que buscam equidade na educação



Garantir o aprendizado de alunos em contextos desfavoráveis é um grande desafio no Brasil. O estudo "Excelência com Equidade" da Fundação Lemann em parceria com o Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo e o Itaú BBA mapeou práticas de escolas públicas brasileiras que conseguiram bons resultados educacionais com alunos de baixo nível socioeconômico.
A novidade do estudo é o lançamento de um portal, em parceria com a Nova Escola, com o passo a passo de práticas de escolas e redes mapeadas. O objetivo é mostrar ações que estão dando resultados nessas escolas e inspirar outros educadores. No portal, é possível imprimir as práticas para usá-las no dia a dia e se inscrever para receber um aviso quando outras forem lançadas.
Para fazer o download do estudo Excelência com Equidade na íntegra, acesse: www.excelenciacomequidade.org.br

Informações: Fundação Lemann

FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO DE SINOP TEM NOVA PRESIDÊNCIA

A Secretária Municipal de Educação Gisele Faria de Oliveira passou a Presidência do Fórum Permanente de Educação de Sinop – FPEMS, neste último dia 07/12/2016 para Ernandes Lopes Cervantes. O Plano Municipal de Educação de Sinop foi instituído em 02/06/2008 pela Portaria nº05/SEC/2008 de caráter permanente, após sua aprovação pela Lei Municipal nº1052/2008, o fórum não deu continuidade nos encontros e reuniões.

Com a necessidade da construção do novo Plano Municipal de Educação de Sinop, a Secretaria Municipal de Educação, juntamente com outras instituições de ensino e sociedade civil decidiu reinstituir o fórum em 23/06/2013, reativado pelo Decreto nº119/14 de 12/06/14, com caráter permanente para acompanhar, avaliar e monitorar o novo Plano Decenal de Educação Municipal 2016/2024.

O Fórum Permanente de Educação do Município de Sinop-MT, acompanhando a legislação federal, no momento de sua organização, tinha em seu primeiro momento como presidente a Secretária Municipal de Educação e ou alguém indicado por ela, e sua vice-presidência o assessor pedagógico da rede estadual de ensino. Neste primeiro momento, ficou como presidente, a secretária adjunta de educação municipal a profª Ms. Maria do Socorro Pereira Cruz, a Profª Branca e vice-presidente Luiz Garcia Júnior assessor pedagógico do estado/polo-Sinop, chegando o período eleitoral, com o afastamento de profª Branca, a secretária municipal de educação Profª Esp. Gisele Faria de Oliveira assume a presidência. Sendo que no primeiro momento, a secretária foi a profª Esp. Laura Paulina Huck, ao se afastar o profº Esp. Nilton Matsui assume a secretaria do FPEMS.

O seu coletivo em reunião ordinária para deliberar sobre o Regimento Interno do FPEMS, decidiu alterar sua denominação para FPEMS – Fórum Permanente de Educação do Município de Sinop-MT, com formalização através de decreto da Prefeitura Municipal, bem como sua forma de gestão para a condução dos trabalhos de maneira a acompanhar a gestão democrática da educação no seu contexto. 

Com isto, no último dia 07 deste mês, ocorreu a 1ª Eleição Democrática para a gestão do FPEMS 2016/2017 com duração de um ano, podendo ser reconduzida por mais um ano. Ficando eleitos por unanimidade: Presidente Ernandes Lopes Cervantes – Representante do segmento CEFAPRO(Centro de Formação dos Profissionais da Educação do Estado/Polo-Sinop); Vice-presidente: Silvana Cleria Piccoli – Representante do FUNDEB (Fundo de Desenvolvimento e Manutenção da  Educação Básica) e Secretário: Nilton Matsui – Representante do Núcleo Tecnológico Municipal “Maria Tereza da Silveira Gava”/Coordenador da Formação em Tecnologia Educacional da Secretaria Municipal de Educação.­­­­­­­­­­


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Câmara vota projeto homenageando professora pioneira em Sinop com seu nome em escola

A escola municipal de educação básica, localizada no bairro Jardim Paraíso, deve receber o nome da professora Taciana Balth Jordão. O projeto de lei em homenagem à educadora vai ser analisado, inicialmente, em três comissões da câmara e depois será votado em plenário - provavelmente até dezembro. O projeto é de autoria do vereador Carlão. Taciana faleceu em maio, aos 44 anos de idade. Ela era casada e tinha dois filhos, 22 e 17 anos, trabalhava na educação sinopense há mais de 20 anos. Foi coordenadora da escola municipal Tiago Aranda (antigo Caic) e lecionou por alguns anos na escola Rodolfo Valter Kunze. Trabalhava na Secretaria de Educação no acompanhamento pedagógico das unidades de ensino fundamental. Além disso era representante dos 141 municípios mato-grossenses, em Brasília, da Base Nacional Curricular Comum.Taciana e o esposo também participavam ativamente da Igreja Católica. Era coordenadora da Pastoral do Batismo e integrante da comissão para construção da nova matriz Santo Antônio.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Após construção de oito quadras esportivas prefeitura executa outras seis


A qualidade do ensino tem sido palavra de ordem na Secretaria de Educação e pensando nisso é que cinco novas escolas estão recebendo quadras poliesportivas cobertas com vestiários e arquibancada. As quadras das escolas Lizamara(Imperial) e Aleixo( Jacarandás) estão sendo executadas pela empresa E- Civil Ltda e custarão R$ 639.590,65 cada.

Na escola recém entregue Lindolfo Trierweiller e na  Jurandir( Violetas) as obras estão em fase final de execução. A duas custarão R$ 596.087,66 e  R$ 604.609,79 respectivamente.

No Jardim Botânico fica a escola municipal Valter Kunze e lá também está em execução uma obra de quadra coberta. Serão gastos R$  682.796,51de recursos próprios.
A Escola Belo Ramo, localizada no grande  São Cristóvão, ganhará também quadra coberta. A obra já recebeu concretagem dos pilares para que em seguida possa receber a estrutura metálica. O investimento será de R$ 682.796,51.

Lembrando que já receberam quadras cobertas as escolas: Ana Cristina de Sena(Novo Estado), Paraíso, Rodrigo Damasceno( Res. Jequitibás), Maria Aparecida Amaro( São Cristóvão), Sadao Watanabe(Parque das Araras), Gleba Mercedes,  Jardim das Palmeiras e Escola Brasiliano do Carmo( Jardim Lisboa).

Fonte: Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Sinop
http://www.gcnoticias.com.br/geral/apos-construcao-de-oito-quadras-esportivas-prefeitura-executa-outras-seis/32931984

Quem forma o formador?

Publicado em 06 de Maio de 2016 por Silvana Tamassia – silvanatamassia@eloseducacional.com

Formação continuada é inegavelmente uma necessidade nos dias atuais. As necessidades e demandas que a escola nos trazem a cada dia exige de todos os envolvidos um processo de melhoria contínua para poder atender à diversidade que temos hoje em sala de aula. E isso é muito positivo! Porém, exige dos profissionais envolvidos aprimoramento contínuo. No caso das escolas públicas, esta tarefa de formar suas equipes fica a cargo das Secretarias de Educação. Mas a pergunta que nos fazemos é Quem forma este formador? Se queremos que a Secretaria de Educação forme os seus profissionais precisamos pensar se há nesta equipe pessoas preparadas para serem esses agentes de formação. Assim também, se atribuímos aos coordenadores pedagógicos a função de formarem seus professores, precisamos também dar oportunidades para que desenvolvam as competências necessárias para esta tarefa.

E quais seriam os principais desafios de um formador? Podemos citar entre os principais desafios a necessidade de ter um olhar focado para o trabalho desenvolvido em sala de aula, buscando evidências sobre aquilo que é observado ou sobre os pontos de melhoria que a escola precisa desenvolver. Encontrar evidências é um grande desafio para nós educadores. Em geral, costumamos olhar as coisas de maneira genérica e acabamos fazendo inferências com base em nossos conhecimentos prévios e no nosso ponto de vista. Ao analisarmos uma situação, fazermos um diagnóstico da escola ou observarmos uma aula, precisamos sempre buscar o que temos de evidências concretas, ou seja, aquilo que realmente é possível ver e nos dar elementos para termos uma imagem real desta situação e, então, podermos pensar nas melhores ações e encaminhamentos para elas. Vamos pensar num exemplo concreto para ajudar nesta reflexão.

Que evidências podemos ter quando dizemos que os pais não participam das reuniões? Quando falamos isso, fazemos uma generalização e não identificamos se são a maioria, se é um pequeno grupo, se o problema está em determinadas turmas, ou se o horário da reunião que está dificultando a presença deles. Então, o primeiro passo seria identificar quantos pais realmente não participam tendo como evidência a lista de presença de cada turma. Então, após tabular esta informações, será possível entender se realmente é um problema de todas as turmas e como podem pensar em ações para mudar essa situação. Fazer isso é um grande desafio e um exercício diário dentre tantos outros que esta função exige, mas vale a pena começar a pensar sobre ele! Assim, estaremos cada vez mais preparados para nos colocar neste papel de quem forma outros educadores, contribuindo com a melhoria contínua da educação. Quer saber mais como desenvolver essas competências ?

 clique no link e conheça o curso de certificação de formadores.

 Fonte: http://blog.qedu.org.br/blog/2016/05/06/quem-forma-o-formador/

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Ensino médio: português e matemática serão únicas obrigatórias; veja o que muda


Português e matemática serão os dois únicos componentes curriculares obrigatórios nos três anos do ensino médio, de acordo com o novo modelo para a etapa anunciado ontem (22) pelo governo. A definição está em medida provisória (MP) assinada pelo presidente Michel Temer. Atualmente, a etapa tem 13 disciplinas obrigatórias para os três anos.
A MP prevê a flexibilização do ensino médio com o objetivo de torná-lo mais atraente para o jovem, segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho. Os componentes curriculares que deverão ser ensinados no período obrigatoriamente serão definidos na Base Nacional Comum Curricular, que começará a ser discutida no próximo mês e deverá ser definida até meados do ano que vem, segundo o Ministério da Educação.
De acordo com a medida provisória, cerca de 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional. No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas – modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – e formação técnica e profissional.
“O novo ensino médio tem como pressuposto principal o protagonismo do jovem. Hoje é bastante engessado. Esse modelo caminha na direção da flexibilidade”, disse Mendonça Filho.
Arte e Educação Física
O texto, que modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996), determina o fim da obrigatoriedade do ensino de arte e de educação física no ensino médio. As disciplinas serão obrigatórias apenas no ensino infantil e fundamental.
As mudanças passarão a valer 180 dias após a publicação da Base Nacional, ou seja, não modificam o atual currículo. De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Silva, a intenção é enxugar na lei as obrigatoriedades do ensino médio. “Agora a Base Nacional tem que dizer o que é e o que não é obrigatório nesse um ano e meio. Se eu vou definir ênfases, como eu posso ter todos os conteúdos do mundo? Se eu digo que os 13 conteúdos são obrigatórios?”, questionou.
Segundo Silva, artes e educação física, assim como conteúdos como filosofia e sociologia certamente estarão garantidos na Base Nacional Curricular Comum e poderão voltar a ser obrigatórios.
Idiomas
O inglês passa a ser a língua estrangeira obrigatória que deverá ser ensinada em todas as escolas de ensino médio. Outros idiomas podem ser ensinadas em caráter optativo.
A MP abre a possibilidade que os estados tenham mais autonomia nas decisões referentes a essa etapa da educação básica. Um sistema de ensino poderá, por exemplo, definir um sistema de crédito, no qual um aluno cursa determinados períodos e, caso deixe a escola, possa retomar o curso de onde parou e não tenha, necessariamente, que cursar um ano inteiro.
Também está previsto na MP que os créditos adquiridos pelos alunos nesse caso poderão ser aproveitados no ensino superior, após normatização do Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologação pelo MEC. Ao entrar na universidade ou no ensino tecnológico, a trajetória escolar do aluno será considerada e ele não precisará cursar matérias que envolvem conhecimentos e competências que já possui.
Carga horária
A reforma também determina que a carga horária mínima anual da etapa deverá ser progressivamente ampliada para 1,4 mil horas, o que tornará o ensino médio integral, com 7 horas por dia.
A expectativa do MEC é que as primeiras turmas que seguirão a formação de acordo com o Novo Ensino Médio começem em 2018, após a aprovação da Base e da MP pelo Congresso Nacional. Não há prazo para que as redes de ensino se adequem às mudanças, mas o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) trabalha com o cronograma do Plano Nacional de Educação (PNE), que deve ser implementado até 2024.
Ensino técnico
Entre as trajetórias que os estudantes poderão escolher está a formação técnica. Os alunos serão certificados e seus itinerários formativos permitirão a continuidade dos estudos. Essa oportunidade de formação vai ocorrer dentro do programa regular, sem a necessidade de o aluno estar cursando o período integral. No ensino técnico, os alunos poderão ser certificados a cada etapa que cumprirem, recebendo uma certificação das competências adquiridas até ali.
As aulas técnicas poderão ser ministradas por profissionais com notório saber – ou seja, sem formação acadêmica específica na área que leciona -, reconhecido pelos respectivos sistemas de ensino para ministrar conteúdos afins à sua formação. “Isso não vale para os demais conteúdos, se eu tenho o ensino de filosofia, eu vou continuar tendo que ter um professor formado em filosofia, isso não muda. Vale apenas para o ensino técnico”, explicou o secretário de Educação Básica.
Resultados
A reforma do ensino médio passou a ser priorizada pelo governo depois que o Brasil não conseguiu,  por dois anos consecutivos, cumprir as metas estabelecidas para essa etapa da formação. Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede a qualidade do ensino no país, mostram que o ensino médio é o que está em pior situação quando comparado às séries iniciais e finais da educação fundamental: a meta para 2015 era nota 4,3, mas o índice ficou em 3,7.
Atualmente, o ensino médio tem 8 milhões de alunos, número que inclui estudantes das escolas públicas e privadas. Segundo o Ministério da Educação, enquanto a taxa de abandono do ensino fundamental foi de 1,9%, a do médio chegou a 6,8%. Já a reprovação no nível fundamental é de 8,2%, frente a 11,5% no ensino médio.
Por Mariana Tokarnia, da Agência Brasil, in EcoDebate, 23/09/2016

Fonte:https://www.ecodebate.com.br/2016/09/23/ensino-medio-portugues-e-matematica-serao-unicas-obrigatorias-veja-o-que-muda/

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Revista Na Ponta do Lápis

Revista Na Ponta do Lápis

A revista Na Ponta do Lápis é destinada a educadores e professores que trabalham com leitura e escrita em língua portuguesa nas escolas públicas brasileiras. Criada em 2005 e de periodicidade quadrimestral, é a publicação oficial da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, divulgando a metodologia do programa e disponibilizando conteúdos que contribuem com as ações de ensino da língua.


Edição número 27, julho de 2016
Editorial: O saber de todos nós
Entrevista: Roxane Rojo
Reportagem: A Olimpíada e a universidade
Especial: O trabalho do professor e seus gestos didáticos
Página literária: Olhos d’água [Conceição Evaristo]
De Olho na Prática: Análise linguística e produção de textos: reflexão em busca de autoria
Óculos de leitura: Máximas impertinentes
Tirando de letra: Relato de prática: um texto à espera de sua autoria
Indicações: Para quem busca novidades para ler, ouvir, ver, falar, pensar e sonhar

sexta-feira, 15 de julho de 2016

64 Ferramentas Web 2.0 para professores


Web 2.0 é a interação e das pessoas na Web, que utilizando diferentes ferramentas, criam, recriam e compartilham conteúdos em forma de textos, imagens, áudio, vídeo ou qualquer outro formato digital.
Aqui, disponibilizamos uma lista com diferentes ferramentas para professores que procuram novas formas de utilizar a internet para promover a aprendizagem de seus alunos.

Mapas conceituais

 Questionários

    Mapas
    Histórias digitais

    Imagens digitais, editores

    Vídeos e Áudios

    Captação de telas

    Blog e Wiki

    Chats

    Apresentações

    Miscelânea


    http://ntmeducar.blogspot.com.br/2016/06/64-ferramentas-web-20-para-professores.html

    quinta-feira, 23 de junho de 2016